Até 84% das reservas de hotel caem a meio do checkout. Fricção mobile, 3DS confuso, sem wallets, formulários lentos — o hóspede vai para a OTA ao lado.
Cada hóspede. Cada ponto de venda.
Cada euro, finalmente contabilizado.
A plataforma de pagamentos por detrás da Vila Galé e de 40+ propriedades parceiras. Um só dashboard para a receção, restaurante, bar, spa e room service — sem substituir o PMS que já utiliza.
A sua noite mais cheia
é a que mais fuga tem.
Os hotéis perdem mais receita na camada de pagamentos do que no buffet do pequeno-almoço. Quase ninguém vê — até entrar um CFO a medir. Isto é a média do cohort, em tempo real.
Estimativa agregada do setor hoteleiro — cartões recusados, carrinhos abandonados, friendly fraud e perdas de câmbio, distribuídas pelo cohort por segundo. A sua fatia depende do volume, do mix e do fornecedor atual.
60% de recusas nos corredores LATAM. Cartões internacionais a bater em adquirentes domésticos, sem routing local, sem fallback. Cada recusa é um hóspede que sai.
Friendly fraud, no-shows e disputas consomem até 4,6% da receita hoteleira na LATAM. As disputas que não ganha são, quase sempre, as que ninguém documentou.
Até 15% extra em fees e oscilações cambiais em reservas cross-border. Reembolsos à taxa errada corroem margem e geram chargebacks de hóspedes confusos.
Pare de medir. Comece a fechar. Cada secção abaixo é uma das quatro fugas, tapada.
Mapeie as suas fugas · 15 min O hotel inteiro.
Num só ecrã.
Restaurante. Spa. Bar. Receção. Room service. Cada cobrança de cada hóspede, à sua frente em tempo real — sem abrir cinco sistemas nem esperar pelo relatório da manhã seguinte.
Do ecrã da reserva
ao folio fechado.
Seis momentos onde quase todos os hotéis perdem dinheiro ou hóspedes. Clique em qualquer um — a Paybyrd resolve-os em silêncio, enquanto a sua equipa faz aquilo em que os hotéis são bons.
Checkout em um toque
Apple Pay, Google Pay, MB WAY, cartões pré-tokenizados. Conversão sobe 18–24% face ao formulário hospedado antigo.
Liberte a sua equipa
com um QR code.
A Quivi é o POS, pagamentos e IA all-in-one da Europa — feito para hospitalidade. Os hóspedes pedem e pagam do telemóvel. A cozinha recebe o pedido na hora. A receção recebe o pagamento automaticamente. Um só contrato cobre tudo, incluindo hardware.
A Quivi faz parte do grupo Paybyrd — mesma equipa de engenharia, mesmo apoio, mesmo contrato. Sem passagens de fornecedor, nunca.
O hóspede faz scan do QR à mesa
Sem app para instalar — a câmara abre o menu de imediato.
Menu carrega · disponibilidade ao vivo
Itens esgotados escondem-se. Alergenos, fotos e upsells inline.
Divisão por pessoa · gorjeta sugerida
Três amigos, três Apple Pays, um toque cada.
Pago · cozinha avisada · fatura emitida
O pedido vai direto à cozinha. O folio atualiza. A mesa fecha sozinha.
Substitua cinco ferramentas por uma.
Feita para hospitalidade, não adaptada.
Pedido QR, divisão de conta, gorjetas inteligentes
Os hóspedes pedem, dividem, dão gorjeta e pagam do telemóvel. Sem app. Sem mais staff.
POS em cloud · cozinha · planta de mesas
Construtor de menu, ecrã de cozinha, gestão de staff, analytics em tempo real. Aprende-se em minutos.
Gerador de menus com IA
"Cria um menu de almoço com 3 entradas, 4 pratos e 2 sobremesas a 15 €." A Quivi faz o resto.
Reservas por IA no WhatsApp
Agente de reservas 24/7. Confirma bookings, reduz no-shows, nunca dorme.
Site de entrega com a sua marca
Sem comissões. A sua marca, os seus clientes, os seus dados. Liga-se a Glovo, Uber Eats, Bolt Food.
Avaliações Google em automático
Cada hóspede que paga recebe um pedido de review. A reputação cresce em piloto automático.
O QR ordering em hora de ponta mudou o jogo. Servimos 40% mais clientes sem contratar mais pessoal.
Quatro formatos para cada zona da propriedade.
O mesmo software Quivi em todos.
Renegade
Portátil — à mesa e na piscina
Rawhide
De balcão — receção e restaurante
Maverick
All-in-one — pedido + pagamento
Titan
Self-service — kiosk e sem atendimento
Dois agentes de IA.
A trabalhar enquanto todos dormem.
Um vende o late checkout no WhatsApp às 02:00. O outro bloqueia o card-tester às 03:14. Nenhum precisa de secretária, chefia ou pausa para café — e juntos recuperaram 420.000 € no cohort no último trimestre.
O concierge que fecha vendas
O turno que nunca dorme
Três alavancas que o seu CFO
vai ler em voz alta na administração.
A aprovação extra recupera o que sempre foi seu. O surcharge transfere o custo onde é legal. O DCC transforma oscilações cambiais em margem. Três números simples, todos a somar à mesma linha.
+3.12%
cartões aprovados recuperados.
Multi-adquirência + smart routing + tokenização de rede + cross-border com aquisição local. Cada BIN vai para o adquirente com maior probabilidade de aprovação. Agregado da Vila Galé e de três grupos hoteleiros europeus confidenciais face ao fornecedor anterior.
4M €–7M €
recuperados no primeiro ano.
Para um grupo hoteleiro que processa 2.000M € por ano com cerca de 35% do volume em corredores onde o surcharge é legal. Divulgado ao titular, limitado pelos tetos das marcas, excluído por BIN quando necessário. Mostramos a alavanca — decide onde puxar.
Até 80%
da margem de DCC para si.
Quase todos os fornecedores ficam com a margem de conversão cambial e chamam-lhe "serviço". Nós tratamos isso como o seu dinheiro. Até 80% de revenue share para o hotel — cada hóspede cross-border passa a ser uma oportunidade de margem em vez de uma exposição cambial.
Encaixamos ao lado do seu PMS.
Nunca por cima.
Passou dezoito meses a afinar o Opera, o Mews ou o Protel. Não vai refazer isso. Integramos ao lado — e medimos o go-live em dias, não em trimestres de projeto.
Sandbox
Merchant ID de teste, chaves de API, conector PMS em sandbox
Primeira tx
Ao vivo em teste · primeiro round-trip de 1,00 € capturado
Piloto
Uma propriedade, processamento paralelo · diff diário vs incumbente
Cutover
Propriedade totalmente ao vivo · folio, reconciliação, reembolsos, tudo nosso
- Opera Cloud
- Mews
- Protel
- Cloudbeds
- Apaleo
- RoomRaccoon
- Quivi (nativo)
- Zonesoft
- Winrest
- Moloni
- Vendus
- Booking.com
- Expedia
- SiteMinder
- Pegasus
- Hotelbeds
- SAP
- NetSuite
- Sage
- Xero
- QuickBooks
Antes da Paybyrd andávamos a malabarismos com vários sistemas, com fraude alta, chargebacks e fluxos de checkout desajeitados. Agora está tudo unificado — das reservas online à receção e ao POS — numa só plataforma que simplesmente funciona. As nossas equipas não tiveram de aprender nada de novo porque a Paybyrd está totalmente embutida nos sistemas que já usamos.
O que os grupos hoteleiros perguntam
antes de migrar.
Respostas diretas dos engenheiros que construíram o stack por detrás da Vila Galé. Cada resposta aponta um número, um sistema ou um passo de runbook. Se faltar alguma coisa, há sempre um humano a uma mensagem de distância.
Podemos aplicar surcharge a hóspedes em mercados onde é legal, para compensar o custo do cartão?
Sim — e, para grupos hoteleiros com exposição a propriedades nos EUA, Austrália ou LATAM, é a alavanca de maior impacto que oferecemos. O motor de surcharge da Paybyrd acrescenta uma taxa configurável e totalmente divulgada ao titular no checkout, nos mercados onde o surcharge é permitido. Respeita os tetos das marcas de cartão, os limites regulatórios regionais, os carve-outs por BIN (débito e pré-pago normalmente excluídos) e a sua política propriedade a propriedade. O texto de divulgação é gerado automaticamente por jurisdição. Para um grupo que processa 2.000M € por ano com cerca de 35% do volume em corredores de surcharge, este mecanismo recupera tipicamente 4M €–7M € de custo de adquirência no primeiro ano.
Como é que o +3,12% de aprovação extra é entregue na prática?
Três camadas empilhadas. (1) Multi-adquirência com smart routing — cada BIN vai para o adquirente com maior probabilidade de aprovar, num grafo de decisão alimentado pelo seu histórico. (2) Tokenização de rede em Visa, Mastercard, Amex — sucesso muito maior ao longo do tempo nas credenciais guardadas, o que é crítico para hóspedes recorrentes e depósitos pré-autorizados. (3) Cross-border com aquisição local — um cartão de Tóquio bate num emissor de Tóquio, não num adquirente remoto nos EUA. Comparação direta vs fornecedores conhecidos: +1,72% vs Adyen, +3,16% vs Elavon, +4,86% vs Checkout.com, +4,92% vs Nuvei. Média do cohort: +3,12 pp.
Qual é o modelo de pricing — interchange++ ou blended?
Interchange-plus por omissão, com visibilidade total por linha — interchange, scheme fee, gateway e margem de adquirência todos discriminados. Rates blended disponíveis para grupos que preferem previsibilidade. A economia dos network tokens, a margem de DCC (até 80% para si) e qualquer receita de surcharge têm revenue share transparente. Sem markups escondidos, sem acertos surpresa ao fim do trimestre.
E o DCC — os hotéis ficam mesmo com margem significativa?
Sim — até 80% da margem de dynamic-currency-conversion volta à propriedade. A maioria dos fornecedores fica com isto e chama-lhe serviço. Nós tratamos como o seu dinheiro. Num resort com mix internacional alto, este número só por si compensa, muitas vezes, uma fatia grande do custo de aceitação de cartão.
Temos de deitar fora o nosso PMS?
Não. A Paybyrd integra-se ao lado do Opera Cloud, Mews, Protel, Cloudbeds, Apaleo e outros — nunca por cima. Lançamentos no folio, pré-autorizações, reembolsos e reconciliação fluem para o seu PMS por conectores certificados. A sua equipa operacional não aprende nada de novo porque os ecrãs que usa hoje não mudam.
Como é, na prática, a migração de um grupo multi-propriedade?
Não lhe pedimos para carregar num botão no portefólio inteiro. Dia 1: sandbox certificada, merchant ID de teste, equipa de integrações emparelhada com a sua. Dia 4: primeiro round-trip de 1,00 € capturado em teste. Semana 2: piloto numa propriedade, processamento paralelo, relatórios de diff diários vs incumbente. Semana 4: cutover total da propriedade com rollback nas suas mãos. A primeira propriedade da Vila Galé foi do contrato ao live em 22 dias com este runbook; as seguintes entraram em dias, não em semanas.
Podemos self-hostar módulos em mercados regulados como Brasil ou Angola?
Sim. Módulos selecionados da Paybyrd — gateway, vault, motor de decisão — correm na sua cloud ou atrás do seu VPC para jurisdições em que a residência de dados ou a política do regulador local o exija. Já fizemos deploy de gateways self-hosted em mercados brasileiro, angolano e da UE com requisitos locais de processamento de dados. Mesmas APIs, mesmos dashboards, a sua infraestrutura, o seu audit trail.
E métodos de pagamento locais — MB WAY, PIX, Boleto, OXXO, iDEAL?
Todos suportados e já certificados. 192+ moedas, todos os APMs relevantes na UE / LATAM / APAC. Falta algum para um mercado onde vai entrar? Diga-nos — acrescentámos 11 métodos novos nos últimos 18 meses, quase todos a pedido de comerciantes. Ativar mais tarde é só mexer numa flag do seu lado, não uma nova integração.
Como reduzem chargebacks especificamente para hotéis?
O friendly fraud ("nunca lá estive", "a conta do spa não é minha") é o grande matador em hospitalidade. Atacamos em três frentes: velocity scoring com IA antes da autorização; 3DS2 step-up que transfere liability para o emissor; e documentação blindada do folio que gera pacotes de rebut automáticos quando entra uma disputa. O cohort hospitalidade vê cerca de −16,8% no volume de chargebacks nos primeiros dois trimestres — e uma subida mensurável na taxa de vitória nas disputas que chegam a representment.
Como lidam com pré-autorizações e débitos congelados?
Soft-hold de pré-auths via ligação direta ao emissor. O hóspede vê o valor, a duração e a data de libertação na app e no recibo — sem tickets de apoio, sem dramas com débito congelado. As libertações entram em segundos na maioria dos emissores europeus. O argumento mais comum à receção desaparece.
O que acontece quando um hóspede contesta uma cobrança do bar às 23h?
Duas coisas. Primeiro, a linha do folio traz o timestamp, o ID do terminal e o staff handle — o gestor noturno confirma em segundos, não na manhã seguinte. Segundo, se o hóspede insistir, emitimos um reembolso imediato com referência ARN antes de ele sair da entrada. O chargeback nunca acontece porque a disputa foi resolvida na origem.
A reconciliação num hotel é um pesadelo. O que muda?
Modelo de liquidação bruta. Um payout diário, totalmente discriminado por propriedade, ponto de venda, turno, SKU e canal. Relatórios gerados por IA em ad-hoc — "mostra-me o volume em Mastercard do spa ontem entre as 14:00 e as 18:00" devolve em segundos. Sem exports CSV, sem matching manual contra extratos, sem terror de fim de mês.
Qual é o vosso SLA e quem atende quando algo parte às 03:00?
99,999% de uptime contratualmente suportado com créditos. Technical account manager nomeado desde o primeiro dia — não uma fila de tickets. Grupos multi-propriedade têm um canal Slack dedicado com o nosso SRE on-call. Failover automático sub-200ms para uma região hot-standby. Quando algo parte às 3 da manhã, fala com o engenheiro que construiu a coisa.
Abra a porta à ambição.
Unifique os seus pagamentos.
Quinze minutos com um engenheiro de pagamentos — sem SDRs, sem slides. Mapeamos os seus pontos de venda para o mix certo de métodos, corremos um benchmark ao vivo contra o seu fornecedor atual e metemos-lhe uma sandbox na caixa de entrada até amanhã.